quarta-feira, 15 de abril de 2026

As plantas na Obra Poética de Camões

Veio de longe, da margem sul, de onde partiu de madrugada. Começou a sessão na Escola Secundária Carlos Amarante (em Braga) pouco passava das 11.00 horas. Assistiram vários professores e três turmas de alunos: uma de décimo ano, outra de décimo primeiro, ambas dos cursos científico-humanísticos, e uma de décimo segundo ano, esta de línguas e humanidades.

Humilde e franco e disponível, como sempre, o Professor Jorge Paiva.

Falou, mostrou, esclareceu e encantou.

Entre os alunos havia os que estavam fascinados, e quiseram perguntar-lhe várias coisas. Era grande e manifesto o interesse de vários perante alguém que lhes trouxe novidades que ninguém na assistência conhecia, para além das directamente focadas na conferência, por exemplo, que há uma planta e um animal (um gafanhoto) a quem foram dados nomes científicos em homenagem a Luís de Camões, por investigadores que não eram portugueses.

Pouco depois do término, o Professor Paiva partiu feliz, no comboio das 14.00 horas, para chegar a casa ao fim da tarde.

Ficámos de coração cheio.

Obrigado, querido Mestre.

José Batista d’Ascenção

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