Discretamente: incutir-lhes confiança, serenidade, racionalidade, organização, alguma frieza.
Há-os mal preparados, há. Mas nem esses é bom derrotar. Sem os iludir, não se pode desaproveitar os mínimos dos mínimos que possam conseguir. Estão no caminho, é importante que caminhem.
Outros estão dentro do que é aceitável. Trabalham. Cumprem. São comuns, o que é uma riqueza. Tendencialmente são os mais numerosos. Mondando os factores daninhos, são campo fecundo. Se semearmos e cuidarmos bem, devemos acreditar que teremos boas frutificações e colheitas.
Os acima da média são, só por isso, muito valiosos. Pelo que podem conseguir. Pelo exemplo que podem dar. Pelo retorno que, expectavelmente, trarão à comunidade.
Estas “categorias” não são estanques nem de fronteiras rígidas. Professores diferentes, com os mesmos alunos fariam grupos (deste tipo) não propriamente coincidentes. O que relativiza os rótulos e é um bem, de todo o modo.
Aproxima-se o «cair do pano» de mais um ano lectivo. Não passa de um momento do ciclo escolar que se repete anualmente, para os professores. Para os alunos é diferente.
Vamos ver como se saem nas provas finais. Haja merecimento e justa compensação.
Nada de novo debaixo do Sol.
José Batista d’Ascenção

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