«Época especial» é a designação que consta nos envelopes em que chegam as provas e nas folhas de resposta. «Época extraordinária» é como está nas pautas de chamada. Outros chamam-lhe «3ª fase».
Não foram poucos os inscritos, especialmente nas disciplinas de Português (46), Matemática A (61), Física e Química (70) e Biologia e Geologia (54), na Escola em que trabalho. Naturalmente, alguns não comparece(ra)m.
Esta manhã coube-me uma vigilância, que se fez sem custo, e em que não houve nada de novo, excepto o alerta, às onze, de que faltava meia hora para o fim da prova, podendo cada aluno usar ou não a tolerância de trinta minutos.
Objectivamente, a realização destes exames não causa transtornos nem prejuízos de monta. Vêm a destempo, não apagam as injustiças que tenha havido, mas até permitiram tempo acrescido para alguns alunos se prepararem. Nem se pode dizer que o início do ano lectivo seja significativamente afectado, quer no ensino secundário quer no ensino superior (suponho…). Ressalvo o constrangimento para os alunos que ainda não entraram no ensino superior, relativamente à procura de alojamento e acomodação, que ficam dificultadas.
Para os professores que vão classificar as respostas (para o que também estou convocado) é trabalho extra, mal pago, mas não é isso que os atira abaixo, se tudo correr como deve.
Merecemos todos «boas entradas» no novo ano escolar.
José Batista d’Ascenção

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